Thais Negrato, de 36 anos, comemorou em Bauru o fim de 15 sessões de quimioterapia com uma festa em trio elétrico. Segundo a reportagem, ela descreveu o encerramento dessa etapa como uma “sensação de alívio, de vitória”.
A matéria informa que Thais soube da segunda gravidez em abril de 2026. Há divergência sobre quando ela descobriu o câncer: a apresentação menciona abril, enquanto o corpo da reportagem informa que o diagnóstico saiu em maio.
A comemoração aconteceu em 9 de outubro de 2026, durante o Outubro Rosa, em uma das principais avenidas de Bauru. Familiares e amigos participaram da celebração, que incluiu animadores vestidos de personagens.

O relato aborda a investigação de um nódulo na mama direita, a experiência de Thais durante o tratamento e o apoio recebido de pessoas próximas. Após a quimioterapia, ainda estavam previstas a cirurgia para retirada do tumor e a chegada do bebê.
Festa em Bauru marca o fim de 15 sessões
Thais contou que já imaginava celebrar o encerramento dessa etapa com uma carreata ao lado de pessoas próximas. A presença do trio elétrico, porém, foi uma surpresa organizada por amigos que, segundo ela, também haviam preparado presentes durante o tratamento.
Ao falar sobre a comemoração, Thais disse que ficou “surpresa e muito feliz” com a iniciativa. A festa reuniu pessoas que a acompanharam enquanto ela enfrentava o tratamento contra o câncer de mama.
Para Thais, a celebração encerrou uma fase que ela aguardava concluir desde o início das sessões. Ela relatou que acompanhava a contagem regressiva a cada semana, na expectativa de terminar essa parte do tratamento.
Diagnóstico de câncer de mama durante a gestação e apoio de familiares e amigos durante o tratamento
Ao sentir o nódulo na mama direita, Thais relacionou a alteração à amamentação recente e à nova gravidez, além de considerar que tinha prótese mamária. Por esses motivos, ela disse que o câncer não foi sua primeira suspeita.
Uma amiga médica aconselhou Thais a fazer exames de ultrassom e biópsia, que levaram ao diagnóstico. A experiência de quimioterapia durante a gravidez começou em meio às dúvidas que ela relatou sobre conseguir tratar a doença e ter o filho.
Thais descreveu os primeiros dias após receber o diagnóstico como um período de choque e luto. Entre as preocupações, estavam a possibilidade de seguir com a gestação e a continuidade do tratamento contra o câncer.
A queda dos cabelos também foi difícil para Thais, mas ela disse que raspar a cabeça trouxe alívio e lhe deu força. O suporte de familiares, amigos e médicos ajudou a lidar com as mudanças na rotina, que incluíram os cuidados com a filha pequena e a gravidez.


